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Participação do
Professor Filipe Couto no programa "Sem Censura"
da TV Brasil
Radiografia do sistema educacional brasileiro.
Dicas para enfrentar o vestibular e a escolha da profissão.
Relação do jovem vestibulando com a família.
A revolução provocada pelo novo Enem no
Sistema de Vestibular. Esses foram apenas alguns dos
temas abordados pelo professor de Literatura e Coordenador
de Português do pH, Filipe Couto, em sua participação
no programa “Sem Censura”, da TV Brasil.
“Com tantas mudanças no Vestibular,
agora mais do que nunca, precisamos de uma reformulação
do ensino.”, começou Filipe. O professor
lançou a reflexão de como nossos jovens
lidam com a responsabilidade de escolher uma carreira,
um curso universitário. Na opinião de
Couto, o vestibulando muitas vezes não sabe o
que fazer com tantas ferramentas a que tem acesso no
mundo contemporâneo, não dá conta
de tanta informação, o que agrava o medo
de decidir qual será o seu destino profissional.
Por isso, muitas vezes, acabaria optando por carreiras
tradicionais, como medicina, engenharia ou direito.
Espantado com o discurso de muitos jovens,
que consideram um “bom emprego” aquele que
“paga bem” – e não, o que propicia
a realização de seus sonhos, a expressão
de suas potencialidades –, o professor acredita
que o “espírito empreendedor, a vontade
de fazer diferente” ainda são traços
raros na juventude. “O jovem precisa de estímulo.
Se ele for castrado, vai se recolher; se for estimulado,
ele vai se desenvolver”, defende Filipe.
Em seguida, o professor discutiu o novo
modelo do Enem e falou do papel decisivo que esse exame
assumiu para o Vestibular. Quer ver os comentários
do coordenador na íntegra? Então clique
aqui.
Agora, outro motivo para Filipe ter sido
chamado pelo “Sem Censura” é que
nosso professor acaba de lançar um livro: “Breves
Cantares de Nós Dois”. A publicação
nasceu, na verdade, de um blog. Couto mantém
dois blogs, um sobre questões contemporâneas,
em que propõe “induções reflexivas”
sobre temas atuais, e outro sobre poesia.
Esse último veio do desejo de estimular
os alunos, os jovens e o público em geral para
a literatura. “Hoje se valoriza muito a imagem,
o corpo, e a arte acabou ficando em segundo plano, vista
como algo banal”, avalia. Como considera os blogs
um canal de duas mãos, Couto começou a
dialogar com os leitores que comentavam sua poesia,
iniciando uma comunicação que se expressava
sempre na forma de um novo poema. Do texto original,
sobre a separação de um casal, o autor
construiu uma história de amor, de busca pela
felicidade e, acima de tudo, um relato das dúvidas
sentimentais, das angústias emocionais dos leitores
do blog. Na verdade, só com o tempo ele percebeu
que vários poemas do blog contavam uma história
– a história de “Breves Cantares
de Nós Dois”.
O livro, por si só, vale a leitura,
pela originalidade de sua criação, um
reflexo evidente da era digital. Se você quiser
assistir à segunda parte da entrevista de Filipe
Couto na TV Brasil e saber mais detalhes sobre o autor
e sua obra, basta clicar aqui.
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